terça-feira, 5 de abril de 2011

CONFERÊNCIA CRISTÃ






















"ESTAREMOS LÁ, SE DEUS QUISER, FALANDO SOBRE
LIBERDADE RELIGIOSA, NO DIA 21 DE ABRIL".
(Prof. Belcorigenes S. Junior)

FONTE: Blog:  http://belcorigenes.blogspot.com/

Divulgação: Blog Oásis/ Pr.Luiz Karlos

O 'facismo do bem'

Brasília, 5 de abril de 2011

Por Ricardo Noblat

A PATRULHA ESTRIDENTE DO POLITICAMENTE CORRETO É OPRESSIVA, AUTORITÁRIA, ANTIDEMOCRÁTICA. EM NOME DA LIBERDADE, DA IGUALDADE E DA TOLERÂNCIA, RECORTA A LIBERDADE, AFIRMA A DESIGUALDADE E INCITA A INTOLERÂNCIA.

Imaginem a seguinte cena: em campanha eleitoral, o deputado Jair Bolsonaro está no estúdio de uma emissora de televisão na cidade de Pelotas. Enquanto espera a vez de entrar no ar, ajeita a gravata de um amigo. Eles não sabem que estão sendo filmados. Bolsonaro diz: "Pelotas é um pólo exportador, não é? Pólo exportador de veados..." E ri.
A cena existiu, mas com outros personagens. O autor da piada boçal foi Lula, e o amigo da gravata torta, Fernando Marroni, ex-prefeito de Pelotas. Agora, imaginem a gritaria dos linchadores "do bem", da patrulha dos "progressistas", da turma dos que recortam a liberdade em nome de outro mundo possível... Mas era Lula!
Então muita gente o defendeu para negar munição à direita. Assim estamos: não importa o que se pensa, o que se diz e o que se faz, mas quem pensa, quem diz e quem faz. Décadas de ditaduras e governos autoritários atrasaram o enraizamento de uma genuína cultura de liberdade e democracia entre nós.
Nosso apego à liberdade e à democracia e nosso entendimento sobre o que significam liberdade e democracia são duramente postos à prova quando nos deparamos com a intolerância. Nossa capacidade de tolerar os intolerantes é que dá a medida do nosso comprometimento para valer com a liberdade e a democracia.
Linchar Bolsonaro é fácil. Ele é um símbolo, uma síntese do mal e do feio. É um Judas para ser malhado. Difícil é, discordando radicalmente de cada palavra dele, defender seu direito de pensar e de dizer as maiores barbaridades.
A patrulha estridente do politicamente correto é opressiva, autoritária, antidemocrática. Em nome da liberdade, da igualdade e da tolerância, recorta a liberdade, afirma a desigualdade e incita a intolerância. Bolsonaro é contra cotas raciais, o projeto de lei da homofobia, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais gays.
Ora, sou a favor de tudo isso - e para defender meu direito de ser a favor é que defendo o direito dele de ser contra. Porque se o direito de ser contra for negado a Bolsonaro hoje, o direito de ser a favor pode ser negado a mim amanhã de acordo com a ideologia dos que estiverem no poder.
Se minha reação a Bolsonaro for igual e contrária à dele me torno igual a ele - eu, um intolerante "do bem"; ele, um intolerante "do mal". Dois intolerantes, no fim das contas. Quanto mais intolerante for Bolsonaro, mais tolerante devo ser, porque penso o contrário dele, mas também quero ser o contrário dele.
O mais curioso é que muitos dos líderes do "Cassa e cala Bolsonaro" se insurgiram contra a censura, a falta de liberdade e de democracia durante o regime militar. Nós que sentimos na pele a mão pesada da opressão não deveríamos ser os mais convictamente libertários? Ou processar, cassar, calar em nome do “bem” pode?
Quando Lula apontou os "louros de olhos azuis" como responsáveis pela crise econômica mundial não estava manifestando um preconceito? Sempre que se associam malfeitorias a um grupo a partir de suas características físicas, de cor ou de origem, é claro que se está disseminando preconceito, racismo, xenofobia.
Bolsonaro deve ser criticado tanto quanto qualquer um que pense e diga o contrário dele. Se alguém ou algum grupo sentir-se ofendido, que o processe por injúria, calúnia, difamação. E que peça na justiça indenização por danos morais. Foi o que fizeram contra mim o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas daí a querer cassar o mandato de Bolsonaro vai uma grande distância.
Se a questão for de falta de decoro, sugiro revermos nossa capacidade seletiva de tolerância. Falta de decoro maior é roubar, corromper ou dilapidar o patrimônio público. No entanto, somos um dos povos mais tolerantes com ladrões e corruptos. Preferimos exercitar nossa intolerância contra quem pensa e diz coisas execráveis.
E tudo em nome da liberdade e da democracia..

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/04/04/o-fascismo-do-bem-372846.asp
Divulgação: Blog Oásis / Pr.Luiz Karlos

sexta-feira, 18 de março de 2011

PROGRAMAÇÃO NACIONAL DO CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL - CGADB

CGADB e CPAD lançam cartilha com informações sobre as atividades que acontecerão durante o Mês de Celebração do Centenário, em junho de 2011. Serão diversas ações envolvendo todas as Assembleias de Deus no país. Faça download da Cartilha aqui.
A CGADB e CPAD lançaram uma cartilha com a programação completa para o Mês de Celebração do Centenário - em junho de 2011. Na publicação há informações sobre o que está agendado para cada dia específico do mês e como as igrejas devem proceder para realização das atividades. O material, que será distribuído gratuitamente, também está disponível para download aqui.

Toda programação contida na cartilha foi aprovada pela Mesa Diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), em reunião na sede administrativa da instituição, no dia 29 de junho de 2010.

As ações a serem implementadas no Mês do Centenário têm como metas: glorificar o nome de Jesus em todo Brasil, marcar os cem anos das Assembleias de Deus em solo brasileiro, promover as ADs e realizar um trabalho de celebração unificado, envolvendo todas as capitais do país.

“Todas as Assembleias de Deus no Brasil devem celebrar o Centenário, pois a festa é de todas elas. Por isso estamos lançando essa programação especial para o Mês do Centenário. O propósito é fazer em junho de 2011 grandes eventos simultaneamente, nas mesmas datas e em todas as regiões do país”, declara o presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Entre as atividades que acontecerão estão: comemorações nas capitais brasileiras, Escola Bíblica Especial – relembrando a História, Culto da Centésima Ovelha – Busca dos Desviados, cem mil batizados em água, Cerimônia Nacional em Belém do Pará, Semana Nacional do Centenário, concentrações evangelísticas, Ceia do Senhor simultânea, Cultos de Gratidão em todo país e evangelização nacional estratégica.

Anterior a Celebração do Centenário, ocorrerá o Mês Nacional de Oração. Durante todo o mês de maio as igrejas estão convidadas a orarem para que Deus abençoe as atividades que serão desenvolvidas. A cada semana, as orações serão direcionadas para uma região do país.

Divulgação

Para divulgar o Centenário e as ações que estarão acontecendo, serão veiculadas quatro campanhas publicitárias em emissoras de rádio e TV, outdoor e cartazes. Especialmente nos dias 18 e 19 de junho o Centenário das ADs será divulgado em uma página dos principais jornais de todas as unidades da federação.

“Será um trabalho unificado e com um mesmo propósito, com o envolvimento das Assembleias de Deus em todas as capitais. Portanto, conclamamos a todos os nossos pastores e igrejas a que sigam esta programação e celebremos ao Senhor a nossa vitória”, conclama o presidente da CGADB.

História

O jornal Mensageiro da Paz de junho de 2011 terá uma edição especial sobre o Centenário. Os pastores interessados em ter edições personalizadas do MP de junho trazendo, além da história da denominação, a história da sua igreja, devem entrar em contato com o setor de assinaturas da CPAD pelo telefone 0800-021-7373.

Fundo para Centenário das ADs

A fim de ajudar na provisão de recursos financeiros para realização da Celebração do Centenário foi criada uma conta bancária no Banco Bradesco, agência 3370-7, Conta Corrente 1406-0 para depósito de ofertas de igrejas e irmãos. Haverá prestação de contas ao Conselho fiscal da CGADB de todos os valores arrecadados, bem como a sua aplicação nas festividades.

Fonte: Site do Centenário

Tsunami Japão: Teologia por trás da Tragédia 'Está Deus no Controle?'

Por Amanda Gigliotti |Repórter do The Christian Post
Pequenos aviões e veículos amontoados entre os escombros
no aeroporto de Sendai, no norte do Japão. Inquietações de Ricardo Gondim, pastor e teólogo, em seu twitter, causam polêmica por seus comentários sobre “o controle de Deus sobre as tragédias, 12 de março de 2011.”
(Foto: Kyodo News/AP Photo) 
Gondim, escreveu em seu twitter no dia do terremoto e tsunami no país asiático, “O deus que ‘administra’ os eventos, tem propósitos insondáveis e que, pra cumpri-los, deixa tragédias acontecerem, é um demônio (sic).”
Pastor Ricardo Gondim, presidente nacional da Assembléia de Deus Betesda, é conhecido por ser autor premiado de vários livros e artigos polêmicos.
Na tragédia do Japão, ele provocou polêmica ao questionar a “soberania de Deus” sobre os eventos catastróficos que ocorrem na terra.
“Deus q intervém não é o mesmo q controla tudo. Pois, se Deus já controla tudo, ñ precisa intervir (sic),” escreveu ele no seu microblog.
“É preciso sair do modelo grego de uma divindade marionetando, do alto, os eventos da terra. Deus é Emanuel: Deus conosco...”
Para o teológo, Deus não está em controle de tudo e acredita em “um Deus de amor,” sem permitir ou interferir em uma tragédia.
 “O modelo teológico que coloca Deus no controle de um tsunami também o responsabiliza por Asuschiwits, Ruanda, e pelo estupro da esquina.”
“O deus medieval, que se comporta como os senhores feudais, serviu a interesses da época, mas Jesus encarnou outra verdade: Deus é amor.”
Recebendo um email de Ricardo Gondim, o pastor Eros Pasquini da Igreja Batista Bereana em São Caetano do Sul, SP, divulgou uma carta aberta na internet, em resposta às suas inquietações.
Pasquini respondeu a frases de Ricardo Gondim como: “não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos [que Deus age sem dar satisfação a nós]  não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima.”
Em resposta, Pasquini disse que frases como essas “apontam para o fato de que você aparentemente já se fechou para o que a própria Bíblia diz a esse respeito.”
Novamente, ele citou as indagações de Gondim como, “Conceitos como esses [Soberania, Onipotência] significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas?”
E resondeu dizendo, “Você mudou de cosmovisão - abandonou sua confiança na suficiência das Escrituras para colocar os paradigmas das ciências sociais pós-modernas como parâmetro para se enxergar a Deus.”
Mas as questões de Ricardo Gondim ainda se seguiam, “Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais?” O que levou a pastor Eros a pôr em dúvida a confiança de Gondim nas Escrituras.
“Você não está dizendo que quem mantém sua confiança na literalidade da Palavra de Deus é retrógrado?”
Pasquini afirmou que também por vezes sua, “cabeça também pira” e que “através da ajuda de um ou vários deles [amigos bem chegados], ou de uma boa leitura de conteúdo bíblico, de uma pregação bíblica, ou através de meu próprio tempo na Palavra e oração ... Deus se mostra novamente Soberano, Gracioso, Misericordioso, etc.”
“Aí as "minhas inquietações" provam ser fruto de um homem que, conhecedor da Palavra (como você, também, o é), conhecedor de tantas bênçãos (como você, também, o é), por um descuido, tirou os olhos de Jesus.”
Pastor Eros mostrou como foi possível aprender sobre a soberania de Deus “fora da sala de aula,” quando, “esbravejei com Deus (punho cerrado) quando soube que meu pai estava com câncer e tinha dias contados.”
Segundo ele, Deus o encheu de paz e convicção que no culto de sepultamento de seu pai ele escreveu um texto citando Provérbios 20:24.
“Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?”
Pasquini expressou que o fato de Gondim escrever suas inquietações para o público, foi irresponsabilidade, visto que há muitos que nem sequer frequentam uma escola dominical. Mas afirmou que não acredita que Gondim o tenha feito por uma intenção errada.
AQUI Fonte: The Cristianpost.com/noticias
Sábado, 12 de Março de 2011 07:10 PM ES

Divulgação: Blog Oásis
Pr.Luiz Karlos
Shalom!!!

JORNALISTA RACHEL SHEHERAZADE "CRITICA O CARNAVAL"!

Era a última quarta-feira de "cinzas", e eu queria publicar uma mensagem em meu blog, algo sobre o carnaval,  inquietava-me,  para escrever algo para os meus leitores.Acabei me deparando com os  vídeos, da jornalista Rachel Sheherazade da TV Tambaú, afiliada do SBT  de João Pessoa - PB  que  ganhou destaque na net (Twitter e You Tube), não poupando críticas ao Carnaval.  Então me identifiquei com o editorial da Jornalista Rachel, que faço coro, e concordo em gênero, número e grau. Pena que alguns, parecem gostar de sofrer, e tem nos interesses pessoais seus maiores trunfos.
Escolas estão abarrotadas de alunos sem cadeiras, sem merenda escolar,sem professores, sem segurança, sem energia elétrica, sem boas instalações, sem..., sem..., sem..., E ano que vem mais carnaval!
E para esquentar, na quarta mesmo, algumas rádios já tocavam os forrós que embalarão as festas juninas, e vamos simbora... Sem acesso a justiça de qualidade, sem água potável, sem faculdades públicas com boas instalações, sem postos de saúde, sem médicos, sem..., sem..., SEM ESPERANÇA?!
Só CRISTO nossa ESPERANÇA!,E nos resquícios dos homens e mulheres com altruísmo.
Agora, na última segunda-feira, a noticia é da contratação da Jornalista para o Canal Nacional do SBT,  Rachel Sheherazade, que como disse ousou criticar o Carnaval em um de seus editoriais. Disse ela, que a folia é “negócio dos ricos”, afirmou que os “blocos vivem à custa do poder público” e que “milhões de reais são pagos a artistas para entreter uma população miserável”.

Segundo Daniel Castro, o próprio Sr. do Baú, Abravanel Silvio Santos e Daniela Beyruti (diretora-geral do SBT) assistiram ao editorial no Youtube (que até o momento teve quase 580 mil acessos) e gostaram da sinceridade de Rachel. Ainda não se sabe o que ela fará na emissora, mas é possível que ela ocupe a bancada de um dos telejornais do SBT.

Vejam que, alguns princípios e valores, não se perderam completamente do seio social, ainda há centelha, fagulha, resquícios preservados, observados, e seguidos. Exemplo: verdade, sinceridade, integridade, imparcialidade, sensibilidade, são alguns, que devem nortear a voz (neste caso dos bons jornalistas).

Vejam abaixo o vídeo da Rachel Sheherazade.




Shalom!!
Pr.Luiz Karlos Jardim








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